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Da proibição a Wall Street: investimento em cannabis é cada vez mais forte

Da proibição a Wall Street: investimento em cannabis é cada vez mais forte
(Shutterstock)

Droga que até pouco tempo era totalmente ilegal em ambos os países vem ganhando mais espaço no mercado financeiro

SÃO PAULO – Pode parecer estranho para muita gente, mas, cada vez mais, a maconha vem sendo legalizada, seja para uso medicinal ou recreativo, em muitos países ao redor do mundo. Nos EUA, por exemplo, já existem estados que permitem o uso da substância, enquanto na Holanda e no Uruguai seu uso já é permitido em seus territórios inteiros.

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Discussões sobre o teor dessa decisão deixadas de lado, é claro que o mercado financeiro busca maneiras de surfar na onda e conseguir gerar lucros e, com isso, cada vez mais investidores estão interessados em investir no crescente mercado de cannabis. Várias empresas que trabalham com a droga já contam com capital aberto nos mercados da América do Norte e, consequentemente, é possível comprar papéis para lucrar dentro do setor. Existe, inclusive, o ETF (Exchange Traded Fund) Marijuana Life Sciences Index, que conta com dez empresas que atuam no setor disponível para investimento.

O fundo de índice é negociado na bolsa de Toronto, no Canadá, e conta com cotas negociadas a cerca de 8,7 dólares canadenses. Isso significa que, com pouco mais de R$ 20,00 (na cotação do dia 10 de agosto de 2017) o investidor brasileiro já consegue ter acesso a este crescente mercado. Vale lembrar que existem plataformas disponíveis para o investimento de brasileiros no mercado dos EUA e do Canadá com valores a partir de US$ 5 mil.

Entre as notícias que movimentaram este mercado no ano de 2017 está o fato de que o primeiro ministro do Canadá Justin Trudeau anunciou que permite cumprir uma das suas promessas de campanha: legalizar o uso recreativo da cannabis em todo o país. Caso isso venha de fato a acontecer, provavelmente esse novo mercado terá um público potencial muito maior e, com isso, as empresas do setor gerarão mais lucros, o que certamente fará muitos investidores felizes.

Assim, uma tendência clara vem se tornando realidade: será cada vez mais comum ler sobre a maconha nos editoriais do mercado financeiro do que nas páginas policiais.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.procoders.com.br

1 comentário

  1. Sinto muito, venho pesquisando,a através de contato direto , com pessoas pitam (fumam) Canabis, desde 1964, tenho observado que na maioria dos casos, essas pessoas entraram na roda de outras drogas( álcool, cocaína e outros)e é devido a essa constatação que passei a defender que maconha traz abertura para outras doenças e que seu uso gera de´pendência sim!

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